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quarta-feira, 8 de dezembro de 2021

Contribuições da psicologia social acerca da monogamia compulsória

Entende-se por monogamia o ato de se relacionar afetivo e sexualmente com uma única pessoa por vez no decorrer de sua existência. Isso se dá desde o começo da sociedade privada, onde os homens por medo de deixar as suas terras para o filho de outro homem, passou a exigir exclusividade em seu relacionamento com a mulher. A proposta do presente trabalho é compreender se a monogamia compulsória é algo inato aos seres humanos ou algo construído no decorrer dos anos, e como a Psicologia Social pode contribuir para responder essa problemática. Através de uma pesquisa qualitativa, descritiva e exploratória, baseada em uma revisão bibliográfica de autores Psicólogos, Biólogos e Antropólogos que falam com propriedade sobre o tema, é possível compreender quais motivos que fazem as pessoas de relacionarem nesse modelo monogâmico, patriarcal e heteronormativo durante anos. Com o advento dos meios de comunicação em massa, as pessoas passaram a ter acesso às mais variadas formas de se relacionar afetivo e sexualmente com o outro, conhecendo outras configurações de relacionamentos como o Poliamor, Relacionamentos a três e Relacionamentos livres, passando a se questionarem ainda mais se a monogamia é a única configuração de relacionamento possível.

Palavras-chave: Monogamia. Psicologia Social. Poliamor. Patriarcado. Processo de
Socialização.

Autor:

André Lourenço de Almeida

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2 COMENTÁRIOS

  1. Ao meu ver, a maior liberdade atualmente, tem ajudado as pessoas a viverem outras formas de amor, que no passado, possivelmente não seriam toleradas.

  2. Entender a monogamia como um sistema que só beneficia o patriarcado e reforça os papeis de gênero é fundamental para desmistificar o tema.

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