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Humberto Grein
betogrein@jornaltribuna.com.br
Astro Boy agita as férias no McDonald"s Sucesso entre a garotada, personagens são as novas surpresas do McLanche Feliz
O McDonald"s inicia 2010 com novidades que prometem agitar ainda mais as férias escolares. Neste mês, a turma de Astro Boy - O Filme e da animação As Meninas Superpoderosas chegam aos restaurantes da rede em surpresas exclusivas do McLanche Feliz.
Com estreia nos cinemas brasileiros prevista para o dia 22 de janeiro, Astro Boy - O Filme, distribuído no Brasil pela Paris Filmes, traz às telas a história do super herói robô. Três versões de seu personagem-título são apresentadas nas surpresas do McLanche Feliz: o Voador, que friccionado desliza para frente; o Golpeador, que possui metade do corpo transparente e faz movimentos de braço como se estivesse se defendendo de um oponente; e o Lançador, que traz réplica de um canhão no braço e simula o disparo de um feixe de energia. O animal de estimação do Astro Boy, Trashcan também inspirou uma surpresa que lança um disco quando sua tampa é pressionada.
A campanha tem início em 7 de janeiro nos restaurantes das regiões Sul e Sudeste, além do Distrito Federal. Os demais estados brasileiros entram na promoção a partir do dia 14. Qualquer uma das surpresas poderá ser adquirida separadamente ou como parte do McLanche Feliz, que é vendido em mais de 60 combinações. Entre as opções, os clientes podem escolher McNuggets de frango, hambúrguer ou cheesebúrguer, acompanhados de Cenouritas ou McFritas e de uma bebida que pode ser água de coco, Del Valle, refrigerante, achocolatado ou água mineral.
No portal do McDonald"s (www.mcdonalds.com.br) a criançada encontra ainda mais diversão. Durante todo o mês, o espaço McLanche Feliz conta com informações sobre os personagens de Astro Boy, além de brincadeiras, papéis de parede e protetores de tela para o computador. Para a divulgação da campanha, o McDonald"s preparou peças publicitárias e comerciais de 15 e 30 segundos que serão veiculados no cinema, na TV aberta e em canais por assinatura. Chéri, livro que deu origem ao filme de Stephen Frears estrelado por Michelle Pfeiffer, ganha nova edição pela Record Clássico da francesa Colette, que narra um perigoso jogo de sedução na Paris do início do século XX, chegou simultaneamente às livrarias e cinemas brasileiros no dia 22 de janeiro.
Uma das mais controversas e polêmicas obras de sua época, o romance CHÉRI é um importante retrato da sociedade parisiense do início do século XX. Clássico da francesa Colette - autora do livro que originou o musical Gigi e maior nome feminino da literatura francesa da primeira metade do século passado -, o romance, considerado seu melhor trabalho, acaba de ganhar nova edição pela Editora Record. O livro deu origem ao filme estrelado por Michelle Pfeiffer e dirigido por Stephen Frears (de Ligações perigosas, A rainha e Alta fidelidade), que chega simultaneamente aos cinemas brasileiros.
No mundo nostálgico e imoral da belle époque, na exuberante Paris de antes da Primeira Guerra Mundial - que por muitos anos desfrutou do título de cidade mais moderna da Europa, na vanguarda do progresso cultural e intelectual -, a linda cortesã de meia-idade Léa e o jovem Chéri, filho de sua antiga companheira de profissão e rival, Madame Peloux, mantêm um tórrido relacionamento. Léa inicia o imaturo e mimado garoto nas artes do amor. Ele, com as suas infantilidades e pequenas chatices, é quem se deixa amar. Ela, uma mulher experiente, aceita com serenidade o prazer que ele lhe proporciona e não descuida de nenhum pormenor da sua educação amorosa.
Mas, após seis anos de relacionamento, Madame Peloux planeja secretamente um casamento entre Chéri e Edmée, filha de outra rica cortesã, Marie-Laure. Enquanto o inevitável momento de separação se aproxima, Léa e Chéri tentam se acostumar com a ideia, mas a vida de prazer e alegria dos dois é mais profunda do que eles imaginavam: com o passar do tempo, o casal percebe o quanto um é importante para o outro.
Mesmo casado, Chéri não esquece a mulher que o iniciou nos caminhos do amor e refugia-se em um mundo de fantasia.
O retrato irônico dos círculos sociais, a análise sutil da alma feminina e os encantos da sedução fazem de Chéri uma das obras mais encantadoras e emblemáticas de Colette.
Sidonie Gabrielle Colette (1873-1954) é o maior nome feminino das letras francesas na primeira metade do século XX. Durante a Primeira Guerra Mundial, tornou-se jornalista; depois dedicou-se à literatura, abordando as inquietações da juventude do pós-guerra, sob o pseudônimo literário de Colette. Uma personalidade controversa no seu tempo, foi eleita (1945) para a Academia Goncourt e foi a primeira mulher francesa a ter direito a um funeral de Estado. É autora do livro que deu origem ao musical Gigi, de Claudine e A vagabunda, entre outros. Publicado em 1920, Chéri rompe com os padrões da época ao abordar, com cálida voluptuosidade, o delicado tema da sedução amorosa. Sua adaptação chega às telas em uma produção dirigida pelo premiado Stephen Frears (A rainha e Ligações perigosas), estrelada por Michelle Pfeiffer e Kathy Bates.
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